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Qual a diferença entre as gerações de antihistamínicos utilizados para tratar os sintomas da alergia?

Qual a diferença entre as gerações de antihistamínicos utilizados para tratar os sintomas da alergia?

Publicado em 05/01/2017

Antes de falar das diferenças entre os anti-histamínicos é importante lembrar que existem várias abordagens terapêuticas para reduzir as crises e os sintomas de alergia, como aqueles que acontecem na rinite alérgica. As estratégias de tratamento incluem ações profiláticas, usadas para se evitar o contato com substâncias que podem desencadear a crise alérgica e o tratamento medicamentoso.

Dentre os medicamentos utilizados para tratar os sintomas da rinite alérgica, o antialérgico é um dos mais comuns.

Existem dois tipos de antialérgicos: os de primeira geração (sedativos) e os de segunda geração (não sedativos). Mas quais são as diferenças entre um e outro?

Os antialérgicos de primeira geração, apesar de reduzir os sintomas da alergia (espirros, coceira, coriza, etc), podem causar sonolência.
Nos últimos 30 anos foram realizadas pesquisas, de onde originaram novos compostos que possuem potencial mínimo para causar sonolência. Surgiu assim a classe dos antialérgicos de segunda geração ou não sedativos. Esses antialérgicos de 2ª geração agem contra os sintomas da alergia  sem alcançar o sistema nervoso como os anti-histamínicos de 1ª geração, não causam sonolência como os medicamentos mais antigos. Claritin® faz parte dessa classe. A molécula de Claritin®, a loratadina, age durante 24 horas com apenas um comprimido por dia e geralmente não causa sono quando usado nas doses recomendadas.

Referências:
Bousquet J et al. Allergic Rhinitis and its Impact on Asthma (ARIA) 2008 update (in collaboration with the World Health Organization, GA(2)LEN and AllerGen). Allergy. 2008 63 Suppl 86:8-160.
Bula de Claritin.